Publicado em 12/12/2013 ás 05h29 atualizado em 13/12/2013 ás 05h48

Como diferenciar fome de vontade de comer

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Creditos: Jornal NovoNegocião

 

Já pensou que aprender a diferenciar uma coisa da outra pode ajudar na sua dieta?

 

 

Quem nunca assaltou a geladeira no meio da noite?  Ou ficou parado em frente a geladeira aberta, pensando no que gostaria de comer? Quem nunca sentiu uma fome de comer algo diferente, sem ao menos saber distinguir o quê? Sabe aqueles dias que você tem, quase que literalmente, uma fome de leão e, realmente comeria um boi? E aquela fome de sorvete de maracujá com calda de chocolate? Pois é... difícil saber se essas situações são tidas como fome ou vontade de comer, não é mesmo?

 

 

 

Já pensou que, se pudesse diferenciar a fome da vontade de comer, talvez sua dieta finalmente desse certo e aqueles quilinhos indesejáveis fossem embora de vez? Acho que precisamos mesmo conhecer melhor nosso apetite e aprender a driblá-lo com pequenas atitudes.

Para a maioria das pessoas a comida serve para alivar a dor emocional, aplacar a carência, descontar a raiva do trânsito, dos pais, do marido, da namorada e etc. Quantas vezes você já se pegou literalmente comendo os seus problemas? Daí como consequência, vêm o excesso de peso e a queda da auto-estima, que também nos leva a comer mais e entrar em um círculo vicioso de comida, problema, aumento de peso, queda de auto-estima, comida, excesso de peso, maior queda de auto-estima e assim por diante. 

 

Fome x vontade de comer - Na verdade, a grande diferença é que a fome é uma sensação que todos os seres humanos sentem quando o organismo percebe a necessidade de ingerir alimentos para se manter funcionando de forma adequada. Quando estamos com fome, temos vontade de comer comida de verdade, do tipo carne, arroz, feijão. A fome é uma sensação completamente natural e é por isso que devemos nos alimentar a cada três ou quatro horas, evitando o excesso de fome para a próxima refeição e as vontades incontroláveis de ficar beliscando tudo por aí.

 

 

Já a vontade de comer é muito mais uma necessidade de preencher algum vazio de origem emocional, ou seja, não tem a ver com a sobrevivência. Normalmente é caracterizada por vontade de beliscar besteirinhas em geral, como doces, chocolates e salgadinhos.

Existem pessoas que, para se permitirem comer mais doces durante o dia, deixam de fazer as refeições mais importantes, ou seja, fazem uma economia que acaba se virando contra elas mesmas. Isso é um equívoco muito grande que faz com que a pessoa confunda a fome com a vontade de comer. Isso é fato: Quanto mais doce a pessoa come, mais terá vontade de comer.

Normalmente, ao trabalhar muito ou ao fazer atividade física é comum ter muita fome e, como conseqüência disso, é difícil sabermos quando estamos mesmo saciados e quando o nosso apetite passou a ser gula. Isso acontece porque o excesso de atividade física aumenta as necessidades de nutrientes. Mas também não significa que podemos comer tudo que vem pela frente, isso é gula! 

 

As mulheres e a TPM – Tem gente por aí que acha as mulheres complicadas. Vamos admitir! As mulheres, em geral, têm maior deficiência relativa de serotonina do que os homens. A serotonina é um neurotransmissor que traz bem-estar e saciedade e pode ser estimulada pela ingestão de carboidratos e doces. Em geral, no período pré-menstrual, a famosa TPM pode fazer com que os níveis de serotonina baixem ainda mais, o que pode levar a compulsões alimentares. Daí já viu, né? E salve o pão e o chocolate!

 

 

As grandes dicas – Para aprender a controlar nossa fome e nossa vontade de comer, sabendo diferenciar bem uma da outra é muito interessante fazer um diário alimentar emocional, anotando tudo o que estiver sentindo e quais suas vontades durante o dia. Esse truque pode ajudar a identificar os “gatilhos” emocionais que levam à vontade de comer. Uma grande dica é procurar alimentos que dão mais saciedade. Para isso é importante manter uma dieta equilibrada, contendo todos os grupos alimentares para que o cérebro não perceba carências nutricionais. Pequenas quantidades de doce (30g a 50g de chocolate, por exemplo) podem elevar os níveis de serotonina. Já ingerir alimentos ricos em fibras e proteínas magras também é ótimo para a saciedade, frutas contém açúcar e são ótimas para substituir os doces mais calóricos.

Não colocar as travessas de comida na mesa também é um bom truque, assim não somos induzidos a repetir o prato ou os alimentos que mais gostamos. Coma sempre uma salada de entrada, isso irá proporcionar uma maior saciedade, não deixando você ficar com tanta fome para encarar o prato principal.

Coma sempre devagar, mastigar mais os alimentos é um tática excelente para comer menos, pois nos sentimos saciados com uma menor quantidade de alimentos e consecutivamente com uma menor quantidade de calorias.

Escove os dentes logo após a refeição, isso acaba determinando ao seu corpo que a refeição terminou sem que haja o consumo daquele famoso docinho após o almoço ou jantar.

 

Na dúvida se é fome ou não, desvie o foco da comida de modo que a refeição seja realizada na hora certa. Nesse meio tempo que tal ler um livro ou revista, conversar com um amigo, ver um filme, arrumar o guarda roupas ou praticar uma atividade física?

Se a necessidade de comer não passar, opte por chás calmantes como o de melissa ou de camomila. Lembre-se que a fome pode estar ligada à ansiedade e esses chás ajudarão a controlá-la.

Portanto, da próxima vez que você sentir vontade de atacar um pudim de madrugada, ou terminar de almoçar e ainda continuar com a sensação de estômago vazio, pergunte-se: Você tem fome de quê?

 

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