Publicado em 08/01/2018 ás 05h59 atualizado em 08/01/2018 ás 06h06

Moradora usou de um facão para demonstrar sua revolta contra problemas causados pelos assistidos do Caps

O vizinhos disseram entender o sentimento de revolta: “Nós vivemos aqui constantemente com medo”, diz moradora da Travessa 13 de Dezembro.
Creditos: Jornal Negocião

Eduarda Schuh e Alexandre Mansinho

Na última quinta-feira, 04, uma grande polêmica foi levantada a partir da revolta de uma moradora de Ourinhos. Veiculada por vários meios, a cena capturada por uma câmera de segurança próxima do local, mostra Elisete Silva indignada fazendo ameaças com um facão na frente do Caps (Centro de Atenção Psicossocial).

As imagens mostram Elisete chegando ao local com um facão em mãos. Logo em seguida, a mulher começa a ameaçar funcionários e assistidos do Caps. No sábado, a moradora alegou ter agido desta forma porque, a partir de outras ocorrências, acredita que haviam sido os assistidos da unidade que tinham depredado e furtado sua casa que fica nas proximidades.

Em entrevista ao Jornal Negocião, um dos moradores do local disse que os usuários que são assistidos pelo Caps passam o dia usando drogas ali na região, principalmente, na linha do trem que fica no final da rua. 

Os relatos são de que, sob efeitos de drogas, muitos desses assistidos assediam quem passa e, constantemente, tentam invadir as casas da região. Além disso, segundo os moradores, ali no Caps não é exercida nenhuma atividade efetiva de assistência. Normalmente, eles ficam jogando truco e gritando, atrapalhando, de maneira barulhenta, a paz da vizinhança.

Elisete também disse que não tinha a intenção de cometer nenhuma violência, “Não fui lá para matar ninguém, só levei o facão para impor respeito e ordem. A minha intenção era chamar a atenção das autoridades de uma forma mais agressiva, porque cansei de conversar civilizadamente”, revelou.

Outra moradora da Travessa 13 de Dezembro, também indignada, reclamou. “Esse foi um ‘presente’ que o governo Belkis nos deixou e que o Governo Lucas manteve. Nós perdemos nossa liberdade e o direito de ir e vir. Nós vivemos aqui constantemente com medo.”

A Prefeitura, em nota, alegou lamentar o ocorrido e confiar na investigação da Polícia no caso relacionado às supostas ameaças feitas pela munícipe e também sobre o furto que teria ocorrido em sua residência.

A Secretaria de Segurança Pública intensificou a ronda da Guarda Patrimonial nas imediações do Caps para evitar novos problemas e zelar pela segurança dos funcionários do município e dos assistidos pela instituição.

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