tera, 25 de fevereiro de 2020

MAX. º MIM. º
TEMPO:

CSU é motivo de discussão e ofensas entre vereadores na última sessão

“Vadinho” e Éder Motta ‘baixaram o nível’ e só não se agrediram fisicamente porque outros vereadores interviram

 

Hernani Corrêa

 

A polêmica começou na semana passada quando o vereador Flávio Ambrozim (Flavinho do Açougue – PMDB), denunciou total abandono com o CSU – Centro Social Urbano. Segundo o vereador, mato alto, campo sem condições de jogos, piscinas com focos de dengue, entre outros, mostram que a prefeitura de Ourinhos, praticamente não investiu nada, nem cuidou do clube nos últimos anos.

 

EM SESSÃO – Durante a última sessão na Câmara Municipal, Edvaldo Lúcio Abel – (Vadinho – PSDB) iniciou a discussão ‘atacando’ a atual administração pelo descaso.  “Não é possível que não sobre dinheiro para cuidar de um patrimônio da cidade. A Chuteirinha de Ouro, escolinha que ensina futebol aos garotos, está sendo prejudicada, antes tinha hidroginástica ali e a comunidade era beneficiada”, reclamou Vadinho. Flavinho foi em seu encalço e reforçou as denúncias.

Vadinho: “Não é possível que não tenha recursos para investir”

 

BASE CONTESTA – Os vereadores da base da atual administração saíram em defesa e argumentaram que o CSU é de responsabilidade do Governo do Estado; “Está aqui a matrícula do imóvel provando que a prefeitura não tem responsabilidade. Estes que denunciam nunca fizeram nada para solucionar o problema, nunca foram atrás de dinheiro para ser investido ali. Estamos requerendo junto ao governo do estado que passe o clube aos nossos cuidados”, retrucou Éder Motta (PSC), mostrando um documento na tribuna.

Na sequência, Santiago de Lucas Ângelo (PSC) e Abel Diniz Fiel (PTC), Anísio Aparecido Felicetti (PL), além de outros, endossaram a fala de Motta.

Éder Motta: “Só sabem criticar, mas não apresentam solução”

OFENSAS – Mas a discussão não parou por aí. Éder Motta e Vadinho simplesmente perderam a compostura, esqueceram que estavam em plenário, levantaram o tom de voz e começaram a se agredir com ofensas pessoais.

Foi uma ‘chuva de questão de ordem’ o tempo todo, com os vereadores interrompendo a fala um do outro por diversas vezes. A reportagem testemunhou que outros vereadores tiveram que intervir para acalmar os ânimos de Éder e Vadinho e impedir que os dois se agredissem fisicamente.

Alexandre Florêncio Dias (Enfermeiro – PSD), presidente da Câmara, por diversas vezes, alertou Vadinho e Éder para que se comportassem. Mas os ânimos continuaram aflorados, inclusive, durante a votação de outros projetos.

© 1990 - 2019 Jornal Negocião - Seu melhor conteúdo. Todos os direitos reservados.