MAX. º MIM. º
TEMPO:

IV Simpósio de Arquitetura e Urbanismo da UNIFIO

O Curso de Arquitetura e Urbanismo da UNIFIO (Centro Universitário das Faculdades Integradas de Ourinhos) promoveu, nos dias 14,15 e 16 de maio, o IV Simpósio de Arquitetura e Urbanismo.

O evento organizado pela coordenadora do curso professora doutora Elizabeth Mie Arakaki com o apoio e a participação do colegiado foi realizado no Anfiteatro Irmãos Quagliato e teve como público alvo alunos, ex-alunos e comunidade.

Os principais temas abordados durante o Simpósio foram Mobilidade e Acessibilidade Urbana.

No dia 14, os palestrantes convidados foram: o arquiteto Valdir Bergamini, vice-presidente do CAU/SP (Conselho de Arquitetura e Urbanismo); arquiteta Mel Gatti de Godoy Pereira, coordenadora adjunta C.T. Acessibilidade CAU/SP; arquiteto Luiz Antonio Cortez Ferreira – coordenador C.T. Mobilidade Urbana; engenheiro Matheus Castro, secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, mobilidade e licenciamento; arquiteto Vinicius Póvoa Corrêa, secretário municipal adjunto de Desenvolvimento Urbano, mobilidade e licenciamento.

No dia 15, a palestrante foi a arquiteta e urbanista Maria Ermelina Brosch Malatesta, doutora pela FAU/USP em planejamento urbano e regional, funcionária por 33 anos na Companhia de Engenharia de Tráfego – CET/SP, pesquisadora e professora na pós-graduação da Faculdade Mackenzie. Participou do GT Cicloviário do DENANTRAN – Ministério das Cidades, Grupo Pró-Ciclista da Prefeitura do Município de São Paulo, e GT Bicicleta da ANTP e atualmente preside a Comissão Técnica Mobilidade a Pé e Acessibilidade da ANTP – Associação Nacional dos Transportes Públicos.

A mobilidade e o futuro das cidades – A arquiteta Meli Malatesta (como se denomina) focalizou palestrou sobre a Mobilidade ativa e sua importância para o futuro das cidades.

“A maioria das cidades brasileiras ainda não acordou para a questão da mobilidade em relação ao futuro delas. Isto porque nossas políticas públicas até o momento estão voltadas principalmente para a mobilidade motorizada, o que tem provocado uma queda da qualidade de vida, em decorrência do congestionamento e suas consequências”, ressaltou a palestrante.

Segundo Melina, o aumento do tempo gasto no deslocamento, a emissão dos poluentes e suas consequências para a saúde pública e o aumento do número de mortes em acidentes de trânsito são reflexos dessa realidade.

A arquiteta ressalta que existem campanhas de conscientização, como o Maio Amarelo, chamando a atenção para o uso excessivo do automóvel que gera o sedentarismo e contribui para outro fator também importante que é o isolamento das pessoas que se fecham em seus carros e condomínios.

De acordo com Melina, as políticas públicas precisam ser implementadas para resgatar a qualidade de vida, observando inclusive a Lei Federal da Mobilidade Urbana que institui como prioridade total o transporte não motorizado.

No dia 16, os palestrantes foram Josué Inácio (INACX/SIENGE) que falou sobre Gestão de empresas na construção civil e Pedro Henrique Scaliante, da Docol Metais Sanitários, com o apoio da Ourimadeiras, que destacou a importância do projeto de instalações prediais, observando as questões ambientais.

PreviousNext

 

© 1990 - 2019 Jornal Negocião - Seu melhor conteúdo. Todos os direitos reservados.