segunda, 9 de março de 2026

Autópsia de Juliana Marins revela que a moça morreu cerca de 20 minutos após queda

Publicado em 27 jun 2025 - 12:32:01

           

Laudo do médico legista Ida Bagus Alit mostra que não foram encontrados sinais de hipotermia

 

Da redação

 

A autópsia realizada em Juliana Marins, alpinista brasileira de Niterói/RJ, que morreu após cair durante escalada no Monte Rinjani, na Indonésia, revelou que a morte ocorreu cerca de 20 minutos após a queda. O laudo, divulgado nesta sexta-feira, 27 de junho, aponta que a causa foi um trauma contundente que provocou fraturas no tórax, coluna, ombro e coxa, resultando em danos a órgãos internos e hemorragia.

 

 

De acordo com o médico legista Ida Bagus Alit, não foram encontrados sinais de hipotermia nem indícios de que Juliana tenha sobrevivido por muitas horas após a queda. “Houve sangramento significativo, mas nenhum sinal de retração nos órgãos que indicaria sangramento lento”, afirmou o perito.

O exame foi feito na noite da quinta-feira, 26, no Hospital Bali Mandara, para onde o corpo foi transferido após ser levado de ambulância da ilha de Lombok, onde está localizado o vulcão.

 

 

Apesar da longa viagem do corpo dentro de um freezer até Bali, o especialista afirmou que os sinais ainda permitiram uma análise precisa do quadro. Ele também destacou que não havia indícios de hipotermia, já que não foram encontradas lesões típicas nas extremidades, como nas pontas dos dedos.

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