sexta, 01 de março de 2024

Bolsonaro e Capitão Augusto falam sobre Ministério da Segurança Pública

Presidente estuda a recriação da pasta, que seria responsável pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre outros órgãos

 

Da redação

 

Reunião entre o Presidente da República, Jair Bolsonaro, e o deputado por Ourinhos, Capitão Augusto (PL-SP) – presidente da Frente Parlamentar da Segurança Pública (Bancada da Bala), na manhã desta quinta-feira, 4, pode definir a recriação do Ministério da Segurança Pública, que foi incorporado neste mandato pelo Ministério da Justiça.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que estuda recriar o Ministério da Segurança Pública, desmembrando o atual Ministério da Justiça. A nova pasta seria responsável pela Polícia Federal (PF) e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre outros órgãos. Bolsonaro disse que esse é um desejo da Frente Parlamentar da Segurança Pública e que pode conversar com o presidente da frente, o deputado federal Capitão Augusto (PL-SP).

“Existe a possibilidade. A tal da bancada de segurança tem essa intenção. Talvez eu converse com o Capitão Augusto essa semana. Se a gente decidir voltar, eu vou dar o nome do ministro antes de começar a tramitar o projeto para a gente evitar especulações. Tem que ser alguém que entenda o assunto, realmente, para ser ministro da Segurança Pública”, disse Bolsonaro, ao chegar no Palácio da Alvorada na noite de terça.

O nome indicado pela bancada para assumir a pasta é o do ex-deputado Alberto Fraga (DEM), mas não há definição. O presidente ressaltou que Fraga está “livre de todos os problemas”, em referência a sua absolvição em processos a que respondia.

“Olha, eu sou amigo do Fraga desde 1982. Tenho que conversar com ele, porque vai estar abaixo dele a PRF, a PF. Não vou dizer que seja ele nem que não seja. Ele está livre de todos os problemas que teve. É um grande articulador. Ele é cotado, mas nada de bater o martelo”.

O Ministério da Segurança Pública foi criado pelo então presidente Michel Temer em fevereiro de 2018. Ano passado, contudo, ao assumir a Presidência, Bolsonaro extinguiu a pasta e a fundiu com o Ministério da Justiça.

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