sexta, 24 de maio de 2024

Coluna expressa a opinião do Jornal e leitores em vários assuntos

UM PESO E DUAS MEDIDAS I – A julgar pelo empenho da prefeitura em fiscalizar os convênios firmados com entidades do município que recebem dinheiro público, o modo seletivo como isso tem se dado salta aos olhos. Analisando o caso denunciado pelo Tribunal de Contas de que a AERO não presta contas do convênio que mantém com a PMO percebe-se condutas diferentes diante de situações e obrigações semelhantes. Com pesado rigor para uns e afrouxamento total para outros. 

UM PESO E DUAS MEDIDAS II – Sob constante pressão da Secretaria de Cultura, a AABiP – Associação de Amigos da Biblioteca Pública – está sendo alvo de uma devassa em suas contas por conta de interesses do secretário Fernando Cavezalli que, por motivos de foro íntimo, quer acabar com a associação. Comparando as investidas contra a AABiP e a aliviada geral com a falta de  prestação de contas da AERO apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado, fica claro que aplicar a lei ou a regra com mais ou menos rigor, tem sido de acordo com a conveniência e interesses pessoais e políticos.

UM BREU SÓ – Além de estar jogada às moscas, Ourinhos anda numa escuridão de dar dó. Desde 2013 a Prefeitura recebe a taxa de iluminação pública, a CIP, mas o dinheiro não vira lâmpadas, fios ou novos postes, já que os munícipes não se cansam de reclamar de problemas com a iluminação pública. Onde está sendo aplicado esse dinheiro?

FALA QUE EU TE ESCUTO – O morador que liga para a Prefeitura para informar sobre lâmpadas queimadas é encaminhado para a Ouvidoria, que anota os dados e diz que vai tomar providências. Além de ser obrigado a pagar pela ligação, o reclamante não recebe número de protocolo ou coisa parecida, para acompanhar o trâmite. Amadorismo, faz de conta e ineficiência só vista na Prefeitura de Ourinhos. 

VIREM-SE – A prefeita Belkis, em entrevista a este jornal, afirmou que a prefeitura não tem dinheiro para investir em asfalto ou infra-estrutura. Isso é justificativa para a inércia do governo? Administrar é escolher prioridades. Onde serão os cortes no orçamento para garantir a realização de serviços básicos? Ou os ourinhenses que se danem e a Prefeita vai continuar gastando da mesma forma?

FALTA PREPARO – Muitos leitores do jornal se manifestaram dizendo que a entrevista da prefeita Belkis mostrou o seu despreparo para administrar e enfrentar os problemas de Ourinhos. Desde o início do seu mandato esse tem sido o alarde da população nos quatro cantos da cidade. Dizer que não tem dinheiro não basta. Um administrador preparado não choraminga, elege prioridade, tem coragem para fazer cortes e competência na procura de soluções. 

CADÊ A CONCHA? – Entra ano, sai ano, e a Prefeitura não responde à pergunta da população: Cadê a Concha Acústica?

INFERNO ASTRAL – O ano de 2015 promete ser animado para a política ourinhense. A eleição de Roberto Tasca para a presidência da Câmara sinaliza para mudanças no cenário eleitoral, e a maioria oposicionista não vai dar trégua para a prefeita e seus assessores.

PUXÃO DE ORELHA – O funcionário “especialista” da Secretaria de Desenvolvimento Urbano que publicou no facebook texto desrespeitoso com os ourinhenses que reclamam dos buracos na rua deveria ser punido. Quem ocupa cargos de alto escalão representa a Prefeita, que no mínimo deve ser solidária com a situação difícil encontrada por motoristas em transitar pelas ruas da cidade. Ou será que o funcionário vai receber um prêmio pela ofensa aos ourinhenses?

VAI TER FAPI? – Perguntar não ofende: Com a situação caótica em que se encontra o município, onde faltam recursos para o básico, a Prefeitura vai investir dinheiro público na Fapi?

DESCONECTADA – Os vazamentos de água são cada vez mais constantes nas ruas da cidade. A SAE tem demorado para atender ao pedido de conserto. Falta de dinheiro não é. 

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