terça, 10 de março de 2026
Publicado em 04 out 2018 - 05:23:09
Marcília Estefani
Teve início a pouco instantes, julgamento que irá decidir o futuro do policial reformado Wellington Aparecido da Silva, 51 anos, que é acusado de homicídio triplamente qualificado – motivo torpe; recurso que impossibilitou a defesa da vítima; crime contra mulher por razões da condição de sexo feminino. O júri é composto apenas por homens, conforme determinação do advogado de defesa.
Esta é a segunda data marcada para o julgamento, a primeira, 21 de junho, foi cancelada devido a falta do advogado do réu, anunciada minutos antes do início do júri.
RELEMBRE O CASO – No dia 12 de agosto de 2017, perto das 4h da manhã, na Rua Vitório Christoni, Jardim Santa Fé, após um desentendimento, Wellington Aparecido Silva, 51 anos, policial reformado, estudante de Direito, deu três tiros na ex-esposa, Josiane Cristina Calistro, 37 anos, universitária. O motivo do crime teria sido ciúmes.
A moça estava dirigindo um carro, na companhia de um amigo para o qual estava dando carona após sair de uma casa noturna.
Josiane ainda dirigiu por alguns metros e acabou colidindo em um poste, o amigo nada sofreu. Mesmo sendo socorrida, ela não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo na Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos. O autor confesso, Wellington, ficou foragido, mas se entregou poucos dias depois.
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