quarta, 12 de junho de 2024

Moradores coletam assinaturas contra lanchonete com som alto

Da reportagem

Segundo os moradores do Jardim Matilde, está difícil conviverem com o som alto e a baderna de uma choperia instalada na Avenida Domingos Camerlingo Caló. Sendo assim, decidiram por colher várias assinaturas solicitando o fechamento do local. Um abaixo assinado com aproximadamente 150 assinaturas foi encaminhado ao Ministério Público.

De acordo com os moradores há dois anos eles vêm lutando para o fechamento do estabelecimento, informaram que já tentaram um acordo com o proprietário quanto ao horário de funcionamento, mas sem sucesso, sendo assim, procuraram pela Polícia Civil onde foi registrado dois Boletins de Ocorrência por Perturbação de Sossego Alheio, dois documentos protocolados na Secretaria de Meio Ambiente.

“Minha família não aguenta mais, a lanchonete abre as 20 horas e fecha as 07 horas da manhã, temos que fechar todas as janelas e portas para assistir a TV e até mesmo falar ao telefone, devido ao som alto que vem da lanchonete e ainda somos obrigados a recolher pinos de drogas que eles deixam nas calçadas, além de preservativos e como se não bastassem eles urinam nas paredes e na porta e um estabelecimento na esquina da minha casa. Já tentei de todas as formas que essa situação se reverta, mas todas as minhas atitudes até agora foram em vão, nem Prefeitura nem o Ministério Público se pronunciaram, a Polícia Militar sempre atende nosso chamado, mas quando chegam não conseguem pegar nada”. Desabafou uma moradora que por medidas de segurança preferiu não se identificar.

Como foi citada na reportagem a permanência de menores de idade no local, nossa reportagem procurou pelo chefe do juizado do menor, Enizal Vieira, que afirmou por várias vezes ter feito diligências no local, mas todas as vezes que foi realizada blitz não foi possível abordar menores no ambiente ingerindo bebidas ou fazendo uso de drogas.

Quanto ao alvará de funcionamento do prédio, nossa equipe entrou em contato com o setor responsável da Prefeitura, e foi atendido pela responsável Flavia, que explicou ser extremamente proibido repassar esse tipo de informação para terceiros e orientou a reclamante a procurar pela Ouvidoria da Prefeitura para requer esse tipo de esclarecimento.

 

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