sábado, 13 de abril de 2024

MP pede ampliação de pena de homem condenado por matar esposa asfixiada

No Tribunal do Júri, realizado no dia 9 de fevereiro, Willians Pereira foi condenado em primeira instância a 16 anos em regime fechado, por homicídio qualificado. O crime ocorreu no dia 22 de agosto de 2021.

 

Da redação

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu a ampliação da pena de Willians Pereira, 43 anos, que foi condenado em primeira estância a 16 anos de prisão por matar a companheira, Priscila Moreira Lopes de Oliveira, 35 anos, sufocada e estrangulada após uma discussão dentro de casa, em um condomínio de Ourinhos. O Tribunal do Júri foi realizado no dia 9 de fevereiro, no Fórum de Ourinhos.
No pedido, protocolado na terça-feira, 14/2, a Promotoria requer que a pena seja aumentada “em razão das circunstâncias do delito, ocorrido em condomínio habitado, em final de semana com grande movimentação; culpabilidade elevada, já que a vítima sofreu lesões na cabeça, perna e braços, ou seja, lesões que não foram a causa da morte; e as consequências do crime, uma vez que a vítima deixou uma filha de 12 anos”. O caso será analisado em segunda instância.
Durante as investigações, a Polícia Civil informou que a vítima Priscila Moreira, de 35 anos, foi morta durante uma discussão com o marido em um condomínio residencial e morreu por asfixia. À época do crime, Willians acionou a Polícia Militar e, pouco depois, confessou ter matado a mulher.
À Polícia Militar, primeiro ele disse que empurrou a companheira, que caiu e bateu com a cabeça. Depois chegou a dizer que usou um travesseiro para sufocá-la e que também estrangulou a vítima.
Ainda segundo a polícia, a filha do casal, de 12 anos, brincava na área de lazer do condomínio no momento do crime. O Conselho Tutelar foi chamado para fazer o acolhimento da menina que ficou temporariamente sob os cuidados do padrinho. O corpo de Priscila foi enterrado em São Paulo, onde a família da vítima morava. Willians foi condenado por homicídio qualificado.
O casal havia se mudado para Ourinhos a pouco meses e Priscila trabalhava em uma loja de departamentos. Já o suspeito estava desempregado e de acordo com a polícia, os dois estavam em processo de separação.
(Com informações g1)

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