segunda, 15 de abril de 2024

Veterinário fala sobre polêmica que envolve sua clínica embargada pela prefeitura

Segundo Dr Luiz Volpato a Clínica Bem Estar Animal tem 10 anos e legalidade para funcionamento

 

Marcília Estefani

 

O jornalismo do Jornal Negocião conversou na manhã desta terça-feira, 28 de março, com o veterinário que teve a clínica, localizada no Jardim Santos Dumont, embargada pela prefeitura, com suspeitas de maus tratos. O profissional, Dr Luiz Eugênio Volpato, responsável pela Clínica Bem Estar Animal, achou por bem se manifestar para esclarecer alguns fatos referentes ao fechamento de sua clínica.

Segundo o veterinário, ele tem a Clínica há cerca de 10 anos, e atribuiu toda esta problemática a desentendimentos com alguns vizinhos, que, segundo ele, gerou inclusive ações judiciais.

O profissional afirma possuir alvará de funcionamento, documentação da prefeitura e alvará do CRMV, e conta que já foi fiscalizado em outras ocasiões e tudo correu bem.

 

 

“Recentemente a prefeitura foi lá e disse que o alvará é só para endereço, mas quem emitiu foi a prefeitura mesmo e me deu um certificado do alvará, e aí eles se acharam no direito de me tirar de lá e me deram uma ordem para eu sair e eu saí, fechei a minha clínica (…) durante estes dias estou atendendo home care, já estava querendo me mudar, e aí já estou com outra clínica em andamento, construindo canis, etc”.

 

O veterinário é bastante conhecido na cidade por resgatar e socorrer animais abandonados

 

Volpato relatou ainda que na última sexta-feira, 24 de março de 2023, pediu para dois de seus funcionários pegarem alguns materiais seus que estão guardados no local onde funcionava a clínica, Rua Virgilino Pedroso, 298 Jardim Santos Dumont, momento em que alguém achou que o local estava funcionando novamente e acionou a prefeitura, Guarda Municipal e todos os órgãos envolvidos.

“A clínica está fechada, inclusive tem uma pessoa morando lá e cuidando dos animais que ainda estavam lá, que, tirando três deles que são meus, os outros estão aguardando por adoção, eles foram todos resgatados por uma ONG, a AOPA [Associação Ourinhense de Proteção Animal], que pagou todo o tratamento, vieram em situações horríveis, e em todos os casos foi pedido ajuda para a secretaria de meio ambiente”.

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