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sábado, 25 de junho de 2022

1º Fórum Unopar de Acessibilidade e Inclusão trouxe muito aprendizado aos participantes

Da redação

 

O 1º Fórum Regional de Acessibilidade e Inclusão, promovido pela Unopar-Polo de Ourinhos, em parceria com a Prefeitura Municipal de Ourinhos, com a Associação Comercial e Empresarial de Ourinhos, com a OAB e as entidades de assistência às pessoas com deficiências (APAE, AADF, AJADAVI e ASO), e realizado no Teatro Municipal nos dias 13 e 14 de janeiro trouxe algumas lições importantes, além de alguns temas para reflexão, que devem pautar as próximas edições do Fórum.

O Fórum foi dividido em grandes eixos de temas, para apresentar os avanços, os embates e os desafios da inclusão da Pessoa com Deficiência.

Na primeira noite, a discussão inicial foi sobre o papel do Poder Público como indutor, fiscalizador e mediador da sociedade. Com falas do Vice-Prefeito, Professor Lucas Suzuki, representando o Prefeito Municipal Lucas Pocay, e do Secretário Municipal de Inclusão, Caio Lima, a Prefeitura trouxe a lição de que a soma de esforços é a única ferramenta para mudar a sociedade. Tanto a soma de esforços internos do Poder Público, em que uma Secretaria trabalha em conjunto com as demais, como a soma de esforços entre a Prefeitura e a sociedade organizada.

No segundo eixo, a Associação Comercial e Empresarial, por meio de seu assessor jurídico, Gilvano José da Silva, apresentou que, paulatinamente, os empresários ourinhenses estão desenvolvendo uma cultura de inclusão e acessibilidade. Junto com a empresa convidada Supermercados São Judas, representada pela psicóloga Priscilla Agustino, a Iniciativa Privada trouxe a lição de que a Inclusão antes de ser apenas uma obrigação, deve ser enxergada como uma oportunidade de crescimento tanto da empresa como dos seres humanos que a formam.

Estas lições certamente precisam estar sempre na pauta das discussões sobre os direitos das pessoas com deficiência

 

Na segunda noite do evento, focou-se no terceiro eixo, onde, em uma mesa redonda, OAB, Ministério Público, entidades e profissionais que trabalham com esportes e artes, expuseram a situação atual dos direitos das pessoas com deficiência, desde a publicação da Lei Brasileira de Inclusão, em 2015. A grande lição deste eixo foi a necessidade de que a sociedade tenha duas posturas: a primeira é a indignação – só a indignação frente ao desrespeito aos direitos fundamentais do ser humano pode trazer mudanças estruturais na sociedade. A segunda lição é a necessidade de empatia – colocar-se no lugar do outro é a ferramenta mais potente para que se enxergue a urgência do respeito à acessibilidade total.

Estas lições certamente precisam estar sempre na pauta das discussões sobre os direitos das pessoas com deficiência.

Segundo a coordenação da Unopar – Ourinhos, o próximo Fórum já está sendo pensado e reserva novas discussões e, consequentemente, novas lições.

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