tera, 24 de novembro de 2020

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TEMPO:

A UNIFIO diante do novo normal com a presença distante que exige a qualidade presente

“É indiscutível que não estamos falando de modismo, e sim de uma tendência, que ainda não tem o poder de tornar o ensino presencial obsoleto, mas criou um grande e forte mercado”

 

Da redação

 

Sempre ouvimos:  Ano de mudanças; O avanço da tecnologia exige mudanças em todos os setores da economia; é preciso reinventar.

Porém as condições advindas de uma inesperada Pandemia, com restrições e mudanças impostas e necessárias exige de forma imediata a adaptação a uma diferente maneira de estimular a construção do conhecimento, o ensino presencial requer assim, toda a estrutura do ensino tratamos como Educação a Distância.

Diferente sim, mas não desconhecido, o ensino a distância, quando buscamos a sua origem, constatamos que ele faz parte do processo há muito tempo.

Um dos primeiros registros sobre essa modalidade de ensino surgiu no ano de 1728, na cidade de Boston (EUA), o professor Caleb Phillips se utilizava de um jornal da cidade para promover um curso de Taquigrafia para interessados em todo o país, pois os materiais seriam enviados pelo correio.

 

Professor mestre Gustavo Teixeira Neto, coordenador de Cursos EaD UNIFIO

 

Surpresos! As datas com alguns dos registros:  em 1833, na Suécia, a universidade da cidade de Lund oferecia um curso de composição por correspondência.  Em 1840, na Inglaterra, começava um curso também de Taquigrafia de passagens bíblicas.  Aprender outro idioma usando a metodologia do EaD então data de mais 160 anos, pois uma das primeiras experiências foi na Alemanha em 1856.

Era a necessidade da época que se expandia, não muito diferente das atuais, pois eram alimentadas pela distância e consequente dificuldade de locomoção.

Como um dos princípios da economia, a utilidade se fez presente, e tornou-se um elemento para a tomada de decisões em relação a essa nova metodologia e assim, começou seu desenvolvimento: Os primeiros cursos por correspondência baseados em materiais impressos, que evoluíam para o uso de slides e audiovisuais. Não se pode esquecer do rádio que foi utilizado para transmitir conteúdos e com a invenção da TV, começaram também as primeiras experiências de telecursos.

Na década de 1970, a tecnologia da TV é via satélite e a cabo, que também foram usadas para transmissão de conteúdos e posteriormente (90) o início dos cursos por computador (via CD-ROM) e depois pela internet.

Já no campo nacional a linha do tempo não foi muito diferente, a modalidade engatinha com cursos de qualificação profissional, o requerido da época, datilografia por correspondência (1904). O rádio também faz história na década de 20, para os estudantes aprender Português e Francês.

As décadas de 40 e 50 surgem os cursos mais formais, sobre temas profissionalizantes, liderados pelo Instituto Monitor, e depois pelo conhecido Instituto Universal Brasileiro e pela Universidade do Ar, patrocinada pelo Senac e pelo Sesc. Até hoje algumas dessas instituições permanecem ligadas à formação profissional através de cursos a distância.

Justificada pela alfabetização de adultos e sua consequente inclusão social a década de 60 e 70 tem o surgimento de várias iniciativas de EaD em projetos para ampliar o acesso à educação, que logo atinge o ensino superior.

Considerado um grande nicho de mercado atrai diversas universidades que então começaram a formalizar suas iniciativas EaD, até culminar com a criação, em 1996, da Secretaria de Educação a Distância (SEED), do Ministério da Educação (MEC). Naquele mesmo ano o EaD no Brasil passou a contar com uma legislação abrangente que hoje garante, por exemplo, a validade de diplomas emitidos pelos cursos nesta modalidade.

Nos dias atuais o EaD é uma realidade, modalidade que se consolidou, no ano de 2016 existiam mais de 1.800 cursos, desde o ensino fundamental até a pós-graduação, que atendem milhões de pessoas e os números continuam a crescer.

As tecnologias baseadas na internet permitem a implantação de diferentes modelos de EaD, como por exemplo:

  • Cursos predominantemente a distância, com encontros presenciais obrigatórios.
  • Cursos semipresenciais, que promovem encontros semanais.
  • Disciplinas a distância de cursos de graduação presenciais.

A tendência é que a experiência de aprendizagem seja cada vez mais híbrida. Ou seja, uma pessoa pode fazer um curso presencial e ter uma carga horária de atividades a distância. Um estudante EaD pode passar por uma experiência tão rica de contato com seus professores e colegas que acaba prevalecendo a sensação de presença e proximidade no processo de ensino e aprendizagem.

 

A realidade de 2020 – Os cursos presenciais e a distância

É indiscutível que não estamos falando de modismo, e sim de uma tendência, que ainda não tem o poder de tornar o ensino presencial obsoleto, mas criou um grande e forte mercado.

Assim, não se pode caminhar e evoluir sem usufruir dos benefícios trazidos pelo ensino a distância, deve-se absorver os pontos positivos desta metodologia que inicialmente era considerada concorrente e torna-la forte aliada.

Ter a capacidade de adaptar essa modalidade de ensino às suas necessidades e a de seus reais e potenciais clientes, transformando-a com excelência e alcançando novos horizontes destacando-se com diferenciais frente a concorrência.

Como já mencionado a pandemia causada pelo novo corona vírus impulsionou o aumento dos cursos EaD, sejam aqueles pré-existentes ou as instituições de ensino (inclusive as públicas) que tiveram que se adaptar à nova exigência, imposta pelo isolamento social.

Perceba que foi dito que impulsionou, pois, o ensino a distância vem ganhando espaço segundo o INEP (2018), exemplo disso é que o Brasil já oferece mais vagas de educação a distância do que presencial.

Mas, enfim quais os fatores que vão abastecendo esse crescimento contínuo do ensino a distância, inclusive na UNIFIO que abarca essa modalidade, primando pela qualidade, adjetivo que a tornou confiável e sólida.

– Flexibilidade: As aulas ministradas na UNIFIO, na sua maioria por docentes mestres e doutores, agora rompem a barreira presencial e criam a possibilidade de os alunos assistirem essas aulas a hora que lhe for mais conveniente, logicamente seguindo o cronograma estabelecido para o módulo e a disciplina do curso. Mas alunos que não tem turno fixo, que viajam por exemplo serão beneficiados. Sem contar o tempo de deslocamento ou o saber do renome de uma instituição e ter barreiras físicas para ter acesso.

– Acesso ao conteúdo facilitado: Basta o acesso à internet e os estudos começam. Quando surge as dúvidas, os professores do curso e uma equipe de tutores pedagógicos estarão prontos para oferecer serviços de Helpdesk, dando o suporte necessário, sugerindo leituras complementares e a revisão do conteúdo que sempre estará disponível.

– Custo-benefício: O desembolso financeiro para o aluno é menor do que para um curso presencial, no entanto a qualidade permanece, pois, os conteúdos ministrados são os mesmos, da mesma forma que as avaliações, trabalhos e participação dos discentes. O diploma de um curso a distância não tem distinção alguma quanto a um curso presencial. Aqui destaca-se que o objetivo é ajustar os princípios de formação dos discentes a novos parâmetros da educação nacional.

– Evolução: A tecnologia propicia que as aulas a distância sejam mais dinâmicas, interativas, não é apenas um processo de troca de informações, mas também o conhecimento transmitido pelo professor, os  debates on line, além dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem com softwares próprios.

Diante disso, o AVA da UNIFIO procurará usar ferramentas que possam auxiliar os docentes na criação da cultura de autoaprendizagem, despertando interesse nos discentes pois ele fará parte deste processo.

Finalmente, a UNIFIO tem uma história de sucesso, são 50 anos no campo educacional,  sempre buscando a qualidade em seus cursos presenciais proporcionando experiências que geram engajamento e eficiência no ensino,  e agora fortalecendo as tendências do EaD cria novos cursos elaborados com a  mesma qualidade, pois os mesmos estão sendo desenvolvidos para proporcionar experiências aos egressos que certamente serão capazes de atenderem às necessidades e expectativas do mercado de trabalho e da sociedade, com competência para formular, sistematizar e socializar conhecimentos em suas áreas de atuação.

 

(Por: Msc. Gustavo Teixeira Neto – Coordenador de Cursos EaD UNIFIO/Colaboração: Prof. Msc. Claudia Ferreira Alves Teixeira)

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