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quinta, 28 de outubro de 2021

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Governo coloca todo o estado de SP na fase vermelha por 15 dias, mas aulas continuam

Medida passa a valer no sábado, 6 de março, com restrição de horário de circulação desde as 20h

 

 

Da redação

 

 

O governo de São Paulo regrediu todo o estado à fase vermelha, a mais restritiva da quarentena. A medida entra em vigor na primeira hora do próximo sábado (6) e deve permanecer até o dia 19 de março. O anúncio foi feito pelo governador João Doria (PSDB) nesta quarta-feira (3).

“Estamos em São Paulo e no Brasil à beira de um colapso. Exige medidas coletivas e urgentes (…) Por este motivo nós estamos atendendo à recomendação do Centro de Contingência e reclassificando todo o estado de SP para a fase vermelha a partir da 0h de sábado”, disse Doria.

 

 

A fase vermelha autoriza apenas o funcionamento de setores da saúde, transporte, imprensa, estabelecimentos como padarias, mercados e farmácias, além de escolas e atividades religiosas, que foram incluídas na lista de serviços essenciais por meio de decretos estaduais.

A gestão estadual também antecipou para as 20h o início do chamado “toque de restrição”.

“Há uma medida complementar que é o toque de restrição a partir das 20h. Então, quem não precisa circular, precisa ficar em casa entre 20h e 5h da manhã. Os serviços essenciais podem funcionar”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen.

As novas determinações de endurecimento da quarentena atendem ao pedido do Centro de Contingência do Coronavírus e dos prefeitos do estado que, em reunião nesta terça, pediram ações mais efetivas para reduzir a circulação de pessoas.

Escolas

A fase vermelha é a mais restritiva do Plano SP e permite o funcionamento apenas de setores essenciais da economia, como farmácias, supermercados, postos de combustível e transportes coletivos, como ônibus, trens e metrô (veja mais abaixo).

Na atual configuração da fase vermelha, as escolas podem continuar recebendo alunos com o limite máximo de 35% da capacidade.

 

 

Segundo declarou ao Jornal Negocião, a dirigente de ensino da Região de Ourinhos, Sandra Regina Andrade de Oliveira, como Educação é serviço essencial as escolas continuarão abertas para atendimento aos alunos que mais precisam, por diversos fatores: não conseguem sozinhos realizar as atividades em casa, precisam de equipamentos tecnológicos, não possuem internet móvel, e outros fatores que a família e a escola poderão decidir junto.

“Temos as crianças em fase de alfabetização que é quase impossível ser alfabetizada remotamente. Alunos que precisam da convivência por apresentarem algum problema emocional, alunos dos programas de governo que precisam muito da merenda e materiais escolares. O diretor agora vai fazer um plano de atendimento para os alunos que mais precisam. Os estudantes que puderem ficar em casa serão orientados a ficar em atividades remotas, pois no momento a medida será para diminuir o movimento de pessoas pelas ruas das cidades, o número de alunos na escola está baixo. Os professores serão organizados de maneira presencial e remota, também para evitar movimentação e circulação. Temos professores que trabalham em dois municípios e ou mais de uma escola, reduzindo o trabalho presencial ele se movimenta menos”, explicou a dirigente.

 

Pior semana da pandemia

Nesta terça (2), o estado de São Paulo registrou o maior número de mortes por Covid-19 em 24h desde o início da pandemia, com 468 novos óbitos, segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde. Com os novos registros, o estado chegou a 60.014 mortes provocadas pela doença.

O estado de São Paulo também chegou ao maior número de pessoas internadas com Covid-19 desde o início da pandemia nesta terça (2).

Apesar de o estado ter batido o recorde de pacientes internados, a ocupação não atingiu seu maior número porque a quantidade de leitos disponíveis foi ampliada, reduzindo assim a taxa de ocupação.

São Paulo teve também outro recorde da pandemia: o maior número de mortes por Covid-19 em 24h desde o início da série histórica, com 468 novos óbitos, segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde. Com os novos registros, o estado chegou a 60.014 mortes provocadas pela doença.

As novas confirmações em 24 horas não significam, necessariamente, que as mortes aconteceram de um dia para o outro, mas que foram contabilizadas no sistema neste período.

Os números costumam ser menores aos finais de semana e às segundas-feiras por conta do atraso na notificação nessas datas.

 

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