tera, 24 de novembro de 2020

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ARTIGO: A vacina de prevenção sou eu?

Não apenas a pandemia do COVID-19 foi e está sendo uma superação a todos os brasileiros, mas o VOTO, também deve ser um momento de todos se prevenirem, mas contra a corrupção

 

Autora: Patrícia Moreno Fantinel – Voluntária do OSBO

 

Como o som de um relâmpago, inesperado e assustador, nos deparamos com a desconhecida pandemia do COVID-19. No mês de fevereiro do corrente ano, se deu início as primeiras especulações, afinal, pouco se sabiam sobre o assunto e a mídia brasileira já começava a noticiar os primeiros casos de pessoas contaminadas no Brasil e os muitos casos pelo mundo de contaminados e mortes.

Rapidamente, já no mês seguinte, houve o primeiro caso fatal de COVID-19 no país e iniciava o isolamento social: fechamento do comércio, empresas, templos religiosos, escolas, entre outros seguimentos e o uso obrigatório de máscaras de proteção fácil e álcool em gel.

 

 

Com tantas proibições, isolamentos e as milhares de informações aterrorizantes disponibilizadas pela mídia, as pessoas começaram a ficar amedrontadas e com o passar dos dias e meses, muitas começaram a desenvolver alterações em suas condutas comportamentais.

O isolamento social, além de distanciar entes queridos, contribuiu diretamente para aumentar os casos de violência doméstica e abusos, em especial contra as mulheres e menores de idade, que se encontravam vulneráveis e em ambientes propícios para tal prática totalmente reprovada pela sociedade, legislação criminal e também pelas pessoas de bem.

Não obstante, os casos de infectados foram surpreendentemente aumentando de forma avassaladora, em muitos casos fatais e em todas as regiões do país. Os hospitais começaram a ficar superlotados e as Unidades de Terapia Intensivas já não comportavam mais a quantidade de usuários para serem atendidos.

Médicos e demais profissionais da saúde, além de trabalharem por horas seguidas, sem até mesmo poderem se alimentar corretamente e fazerem suas higienes pessoais, já não estavam dando conta de superar a quantidade de pacientes para o atendimento médico/hospitalar, bem como sua saúde emocional, devido as muitíssimas perdas de pacientes no dia a dia de trabalho.

 

 

Como medida de poder auxiliar nesta luta contra a pandemia do COVID-19, muitos Municípios brasileiros decretaram Estado de Calamidade Pública, previsto na Constituição Federal, em seu Artigo n° 137 e o Governo Federal liberou recursos financeiros para poder suprir as necessidades dos Municípios, Empresas, além de autorizar o Salário Emergencial às pessoas que dele necessitam.

Enfim, o caos foi instaurado praticamente em todo o mundo, milhares de pessoas foram dispensadas de seus trabalhos, empresas de diversos segmentos foram encerradas as suas atividades e consequentemente a economia desestabilizou em todo o país.

Como se não bastasse a perda de milhares de pessoas que foram vencidas pelo vírus até então desconhecido, perdendo as suas vidas, muitas outras se encontraram passando por necessidades extremas de sobrevivência por conta do caos instalado na economia e que, infelizmente, levará anos para se recuperar totalmente.

Por meses subsequentes se instaurou inúmeras incertezas de retorno às atividades empresariais, resistindo apenas aos farmacêuticos e os de gênero alimentícios, onde muitos destes, aproveitaram o oportunismo aumentando os preços de venda de seus produtos, lamentavelmente.

Milhares de alunos ficaram afastados de suas atividades escolares de forma presencial, tendo que se adaptar às aulas online e, consequentemente, seus professores aprendendo e reinventando este novo jeito de lecionar, sem descrever as inúmeras instituições de ensino que encerraram as suas atividades pela ausência de pagamento de mensalidades e os vários professores que se encontram também desempregados por conta disto.

Após passar toda esta fase de se readaptar ao “novo normal” jeito de viver, as coisas começam a se normalizar: Decretos Estaduais e Municipais reabrindo estabelecimentos comerciais, escolas, etc.

Não ainda superada esta fase difícil para toda a população em geral e, ainda sem o lançamento concreto de uma vacina que previna o COVID-19, todos nós brasileiros e cidadãos, temos um novo desafio pela frente: ir às urnas exercer a cidadania.

Não apenas a pandemia do COVID-19 foi e está sendo uma superação a todos os brasileiros, mas o VOTO, também deve ser um momento de todos se prevenirem, mas contra a corrupção, até porque esta vacina nunca será injetada nos cidadãos, pois, não depende de nenhum laboratório a sua fabricação, mas, depende sim da postura de cada um.

Ao ir às urnas, exercer a cidadania de forma ativa e consciente, que é um direito constitucional, cada cidadão deverá ter em mente que, ele está sendo a própria “vacina contra a corrupção e contra os políticos corruptos”.

 

 

Que todos façam a sua parte de forma plenamente responsável, pois, nos próximos quatro anos os efeitos colaterais desta vacina poderão ser sentidos pela população ao fazer uso do SUS (Sistema Único de Saúde) e da UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Assim, como também no pagamento das taxas de impostos municipais, como: IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), ICMS (Impostos sobre circulação de mercadorias e serviços), IPVA (Imposto sobre a propriedade de motores automotores) e ITCMD (Imposto de transmissão causa mortis e doação), além, das inúmeras prestações de serviços públicos municipais que toda a população faz uso constante, etc.

Por esta razão plausível e justificável, reflita ao escolher o seu candidato a Prefeito e Vereador Municipal e, não se esqueça que, neste caso a VACINA DE PREVENÇÃO É VOCÊ.

 

(Imagens ilustrativas)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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