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quarta, 27 de outubro de 2021

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A MÁQUINA DE MORAR: Arquiteto Gustavo Gomes fala sobre acessibilidade

Os seres humanos são animais. Na maioria das vezes, racionais, mas, ainda assim, animais.

 

Acessibilidade

 

Isto faz com que, antes de qualquer decisão, o Homem utilize os instintos naturais. Desta forma, nosso conceito de “civilidade” nos leva a brigar com nossa ancestralidade “bicho”.

Na Natureza, os bichos tendem a abandonar os idosos, os filhotes defeituosos, e a se preparar para ser mais rápido que seus iguais, ao fugir dos predadores.

 

Gustavo Gomes – Arquiteto e Urbanista. F. (14) 99762-8432 – [email protected]

 

Nós, humanos, precisamos construir uma empatia muito além da nossa natureza, para entendermos e assumirmos o conceito de “Desenho Universal”, que vem da ideia da Acessibilidade Total.

Nos edifícios de comércio e serviço e nos prédios públicos, aos poucos, as exigências legais estão obrigando (se não for pela dor, não chegaremos lá) os proprietários a adaptarem suas edificações.

Geralmente, os proprietários enxergam a acessibilidade como um gasto, sem retorno. Principalmente, porque, de fato, não adianta deixar o prédio acessível, se a cidade não for acessível.

 

 

E nossa casa? As leis não exigem que nossa casa tenha rampas, elevadores, portas largas, pisos não-escorregadios, banheiros em que caibam cadeiras de rodas. Mas será que é preciso? Será que seremos sempre, e para sempre, atléticos e ágeis? Envelheceremos? Vamos nos acidentar? Corremos riscos de incapacitações?

Sim. Claro. Nossa casa tem um “plano B” para estas situações? Ou nosso próprio lar irá se tornar inacessível.

Não é preciso muito, nem é preciso fazer nossa casa parecer uma clínica de fisioterapia. Basta usar um olhar diferente na hora de construir ou reformar. Um olhar menos “instintivo”.

 

**Gustavo Gomes – Arquiteto e Urbanista. F. (14) 99762-8432 – [email protected]

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