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sexta, 24 de junho de 2022

Jovem suspeito de atropelar grupo em festa junina de Echaporã é solto em audiência de custódia

Atropelamento aconteceu após briga generalizada no evento “É Juninão”, segundo o boletim de ocorrência. Suspeito, Luís Carlos Evangelista Neto, é sobrinho do prefeito da cidade e foi preso em flagrante

 

Da redação

 

O motorista suspeito de atropelar um grupo de pessoas no evento “É Juninão”, em Echaporã (SP), na madrugada deste domingo (19), Luís Carlos Evangelista Neto, foi solto em audiência de custódia. Ele é sobrinho do prefeito do município, Luís Gustavo Evangelista (MDB), e teve decretada a suspensão do direito de dirigir. A fiança foi fixada em R$ 2 mil.

Informações do G1 dão conta que Luís Carlos foi preso em flagrante, segundo o boletim de ocorrência, depois do atropelamento em meio a uma confusão generalizada no local, que recebeu o show de uma dupla sertaneja na noite de sábado (18).

Conforme o BO, um grupo de 10 a 15 pessoas começou uma briga na festa por volta das 2h30 e seguranças tiveram que intervir para conter a situação.

A polícia informou que, após a confusão, Luís Carlos teria entrado no carro e avançado com o veículo em alta velocidade sobre o grupo, atingindo aproximadamente cinco pessoas.

Ainda de acordo com o registro policial, após o atropelamento, o homem engatou ré na intenção de jogar novamente o veículo contra as vítimas. Por causa disso, um policial se colocou na frente do carro e deu ordem de parada ao motorista.

Segundo o BO, a princípio, o jovem desobedeceu a ordem de parada e o PM disparou contra o capô do carro para danificar o motor do veículo. Com isso, o motorista desceu do carro.

Aos policiais, o homem afirmou que perdeu a cabeça porque alguém havia agredido a namorada dele. Segundo a polícia, o exame clínico de embriaguez constatou que ele estava alcoolizado.

O jovem foi preso em flagrante por lesão corporal, embriaguez ao volante, resistência e desobediência e por trafegar em alta velocidade. Ele foi levado à delegacia e ficou à disposição da Justiça até a audiência de custódia.

Ainda segundo o BO, os policiais entraram em contato com o pronto-socorro de Echaporã, mas nenhuma vítima do atropelamento deu entrada na unidade.

O G1 tentou contato com o advogado do motorista, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

 

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