quinta, 22 de fevereiro de 2024

Cidades do centro-oeste paulista rejeitam seguir novas regras do governo de SP para a quarentena

Ourinhos, Bauru e Marília já afirmaram que continuarão respeitando seus decretos vigentes

 

Marcília Estefani com informações G1

 

Novas regras do governo do Estado de São Paulo para conter aglomerações e aumento de casos de covid-19 não é bem aceita por cidades do centro-oeste paulista. Algumas já informaram na sexta-feira, 11, que não pretendem aderir ao novo pacote de mudanças.

Em Ourinhos, a prefeitura informou através de nota que “irá aguardar a publicação da decisão do governador no diário oficial, elaboração do estudo técnico pela Secretaria Municipal de Saúde e reunião do comitê para definir novas medidas a serem adotadas pelo município”.

 

As novas regras

  • Bares passam a operar até as 20h e não mais até 22h
  • Restaurantes podem funcionar até 22h, mas devem parar de servir bebidas alcoólicas às 20h
  • Lojas de conveniência também deverão parar de vender bebidas alcoólicas às 20h
  • Lojas e Shoppings, que na fase amarela só poderiam funcionar pelo período de 10h, terão autorização para operar durante 12h para evitar aglomerações por conta das compras de Natal

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que “permanecem as regras do decreto vigente até a reunião do Comitê de Enfrentamento da Secretaria de Saúde que será realizada na próxima semana”.

Na região, apenas a prefeitura de Lins admitiu seguir as novas regras do governo paulista e informou, através de nota, que a partir deste sábado (12) o horário de funcionamento do comércio será de 12 horas, das 10h às 22h, em lojas de rua, para evitar a concentração de clientes em horários de pico durante as compras de final de ano.

Em Marília, a prefeitura informou em nota que “por enquanto, não seguirá as novas medidas estabelecidas pelo governo do estado”.

O texto diz ainda que na segunda-feira (14) será feita uma reunião na qual serão definidos e divulgados detalhes dos novos horários conforme apresentado pelo secretário de estado de Saúde.

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