sexta, 24 de maio de 2024

Coluna Poucas & Boas

SÓ NA APARÊNCIA – Inaugurar um novo projeto é fácil. Difícil é fazer funcionar. Depois das dificuldades de gestão junto ao CEU (Centro Educacional Unificado) instalado no Recanto dos Pássaros, agora é a vez da Prefeitura fazer de conta que o CAPS AD funciona. Inaugurado recentemente, os funcionários não receberam treinamento algum e faltam materiais básicos para o trabalho.

DESRESPEITO – A tragédia da dependência química afeta inúmeras famílias ourinhenses, e a implantação de projeto de acolhimento como o CAPS AD foi vista com esperança para a recuperação de jovens e adultos. Porém, se os profissionais não estiverem preparados e não houver apoio da Prefeitura o local vai funcionar só na placa. Aliás, esse é um comportamento que se repete na administração Belkis Fernandes, que também criou um Centro de Educação Ambiental que nunca funcionou de verdade.

POR FORA BELA VIOLA – Enquanto a Prefeitura realiza Conferências para debater a respeito das áreas que poderão ser ocupadas se um dia o projeto do contorno ferroviário se concretizar, deixam de ser realizadas tarefas elementares para facilitar a vida de moradores e visitantes. Um exemplo é a dramática falta de placas de sinalização e identificação de ruas por toda a cidade. As últimas administrações preferiram sonhar com coisas impossíveis a ter iniciativas simples que poderiam melhorar a vida dos ourinhenses.

CAINDO PELAS QUEBRADAS – Além da falta de placas de sinalização, as calçadas da cidade representam um perigo para os moradores. O governo chega aos seus últimos meses sem que tenha havido iniciativas para melhorar a situação de buracos e desníveis nas calçadas, que atormentam a vida dos pedestres.

CARIMBADA – A construção da Concha Acústica em praça ao lado da Escola Caló continua envolvida em polêmica. No final do governo Toshio, a obra foi demolida antes do término, por apresentar problemas estruturais. A atual administração retomou a obra, que está no final. Porém, a Promotoria Pública abriu ação por improbidade contra o ex-prefeito, secretários e cobra explicações a respeito do recurso público de 400 mil investidos.

EM CAMPANHA – As campanhas políticas este ano revelam mudanças de comportamento, em consequência das restrições legais. Os pré-candidatos a prefeito e vereadores começaram a trabalhar usando as redes sociais. Com a nova legislação, voltam a valer mais as conversas e trabalho de convencimento do que as peças publicitárias.

NÃO DEU – O ex-vereador e presidente da Câmara Toninho do PT emitiu nota explicando as razões pelas quais não pode sair mais candidato. Toninho teve contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas referentes à época em que foi presidente da Câmara, o que impossibilita sua candidatura. Nas últimas eleições municipais, Toninho foi candidato a Prefeito. Dizem que em Ourinhos a candidatura do PT acabou favorecendo a eleição de Belkis Fernandes.

REJEIÇÃO – O atual presidente do PT, Mário Ferreira, faz campanha pela internet como pré-candidato a prefeito. Ele se apresenta como candidato da tal “terceira via” na política ourinhense. A maior dificuldade do pré-candidato tem sido enfrentar a histórica rejeição que o ourinhense nutre pela sigla e a demonização político midiática a qual o partido foi submetido.

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