sexta, 24 de maio de 2024

Comerciantes ourinhenses pedem socorro

Alexandre Mansinho

Ótica Paulista, Dubom Tecidos, Megacell, Farmácia Drogamed, Souza Calçados, Bar Sete Cordas, Ponto da Esfirra… a lista de estabelecimentos vítimas de furtos não para de crescer. Mesmo com alarmes, câmeras de segurança e, em alguns casos, equipes de vigilância, a ação dos bandidos parece ser superior a todas essas medidas. Chama a atenção também a violência em alguns casos: assaltos em trailers de lanches, realizados nos últimos dois meses, foram executados com uso de armas de fogo e armas brancas (facas e facões).

Todos os proprietários de lojas ouvidos pelo Negocião afirmam que o atendimento por parte das polícias civil e militar é bom, no entanto, é unanimidade que a quantidade de profissionais das forças de segurança pública em Ourinhos é abaixo do necessário. A alternativa encontrada por um grande número desses comerciantes vítimas é a de se manifestarem por meio das redes sociais e publicarem as imagens das câmeras de segurança que flagraram os bandidos.

Secretaria de Segurança Pública Municipal – Nos próximos dias a prefeitura irá concluir os procedimentos necessários para a criação da Secretaria de Segurança Pública. Segundo o vereador Cícero de Aquino, é necessário que haja essa secretaria bem montada e funcionando para que possa ser solicitado verbas estaduais e federais. Cícero também confirma que estão adiantadas as ações para a criação de uma Central de Monitoramento de Vídeo, que irá funcionar no Edifício Kuniyoshi e, através de acordos e convênios, centralizará a captação de câmeras de segurança para poder servir de apoio às forças policiais.

“Polícia prende, justiça solta” – Um comerciante ourinhense disse ao Jornal Negocião que existe (sic) “falta de lógica” nas ações do judiciário chama a atenção: “veja se tem cabimento: a polícia prendeu o tal do Medonho, ladrão que tinha roubado aqui, roubado o Sete Cordas e roubado o Souza (…) em menos de 48 horas o cara estava aqui, roubando de novo (…) a polícia prende, a justiça solta”.

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