quinta, 13 de junho de 2024

Ourinhos também terá panelaço no dia 12

Hernani Corrêa

Aconteceu na quarta-feira, 1º/04, a segunda reunião de lideranças do Movimento “Fora Dilma” em Ourinhos. Com iniciativa de Filipe Alberto Fierek, responsável pela primeira que aconteceu em 15 de Março, o grupo se diz sem ligação a nenhum partido político ou grupo sindical. “Uma das condições que exigimos dos participantes é que se estiverem filiados a algum partido político é que se desfilhem, senão não conseguimos ter isenção e liberdade”, afirmou Felipe durante a reunião.

Uma das características do grupo, composto por quase 20 pessoas é que a grande maioria jamais participou de um grupo de manifestação desta natureza. Baseado na primeira e utilizando como maior fonte de divulgação as redes sociais, a expectativa é de que no próximo dia 12, 5.000 pessoas se reúnam na Praça Mello Peixoto para um grande “panelaço”.

“Nosso objetivo principal, além de tirar a Dilma Rousseff da presidência, também é formar grupos de 10 jovens cada um para se juntar, estudar e ter conhecimento do que está acontecendo em nosso país. Pode ser que nós brasileiros salvemos um continente inteiro com este movimento, diante do quadro em que se encontra hoje a Venezuela, a Colômbia e a Argentina hoje”, emendou o líder do grupo.

Para agilizar a informação, o grupo se comunica através do WhatsApp e para divulgar foram impressos 4.000 panfletos que serão distribuídos pela cidade, 800 adesivos para carros e o caminhão de som novamente. Quem quiser o adesivo pode solicitar pelo Facebook no endereço endireitabrasilourinhos.

Uma camiseta também foi preparada e pode ser adquirida na Stamparia próximo a Quitanda Maringá na Rua Antônio Prado a R$ 25,00 cada. Os adesivos para carros na Farma Fórmulas, localizada na Avenida Altino Arantes, 141.

A intenção é futuramente se juntar a outros movimentos maiores já existentes no país como “revoltados online” e “vem pra rua”. O grupo já possui empresários ourinhenses de diversos ramos de negócios.

“Vamos levantar o sentimento de patriotismo do brasileiro. Temos que fazer alguma coisa, se mexer porque senão não vamos deixar para os nossos filhos o que herdamos de nossos pais: um país com liberdade de pensamento, sem ditadura que é o que vivemos hoje,” disse um dos integrantes do grupo. 

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