quinta, 23 de maio de 2024

Acusados de latrocínio no Paraná são presos em Ourinhos em ação conjunta das polícias civil e militar

O trabalho integrado teve início com abordagem de um veículo na Raposo Tavares, Km 383 em Ourinhos, e a prisão de seu condutor por porte ilegal de arma de fogo

 

Da redação

 

Uma ação conjunta entre as polícias Civil e Militar permitiu a captura de dois homens, de 19 e 31 anos, que são investigados por latrocínio na cidade de Mandaguaçu (PR). Eles foram capturados em um posto de combustível, no bairro Nova Ourinhos, na cidade de Ourinhos.

Uma equipe do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) apresentou no plantão policial, na noite de terça (6), uma ocorrência em que um homem, de 29 anos, foi flagrado com um revólver calibre .38, municiado – sendo recolhido à Cadeia Pública de São Pedro do Turvo.

O indiciado estava acompanhado de dois homens, os quais na ocasião foram levados ao plantão policial para averiguação. Como eles são do estado do Paraná, o delegado entrou em contato com a 9ª Divisão Policial de Maringá (PR), que informou que não havia nenhuma pendência em desfavor deles e então foram dispensados.

Contudo, devido à suspeita de que ambos poderiam ter envolvimento com outros delitos no estado do Paraná, a equipe da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Ourinhos, permaneceu monitorando os dois, os quais pegariam um ônibus da empresa com destino à São Paulo por volta das 14h.

Na quarta (7), foi efetuado novo contato por policiais civis do Paraná, os quais informaram que eles eram suspeitos de latrocínio ocorrido no dia 28 de junho. A autoridade policial responsável pela investigação no Paraná representou pela prisão temporária dos investigados.

A prisão foi decretada pelo Poder Judiciário e cumprida pelos policiais da Dise de Ourinhos, sendo ambos os presos encaminhados à Cadeia de Mandaguaçu, com escolta de policiais civis do Paraná.

 

ENTENDA O CASO:

Por: Luiz de Carvalho (https://maringapost.com.br/cidade/2021/07/08/68250/)

Foram presos nesta quinta-feira três dos cinco suspeitos de envolvimento na morte do empresário e DJ Allan Tiago dos Santos, o DJ Shakis, de 39 anos, na noite de 28 de junho em uma casa da Rua Nicola Stefano, na Vila Bernardino, em Mandaguaçu. Os outros dois já estão identificados e foram expedidos mandados de prisão, podendo ambos serem presos a qualquer momento.

As três prisões foram resultado de uma ação conjunta que envolveu a Polícia Civil de Mandaguaçu, a Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa de Maringá (DHPP) e Polícia Rodoviária Estadual de São Paulo. A Polícia Militar de Mandaguaçu também teve significativa participação nos dias seguintes ao crime.

As primeiras prisões aconteceram na região de Ourinhos, onde a Polícia Rodoviária abordou um VW Gol em que estavam Adrian Igor Andrade de Brito da Silva, de 18 anos, Carlos Henrique Gomes, de 31, e uma mulher. Com o trio a polícia encontrou um revólver calibre 38.

Adrian foi o homem que matou o DJ Shakis com um tiro na cabeça sem que tivesse ocorrido qualquer reação ao assalto. Morador da Vila Morangueira, em Maringá, ele é suspeito de outros dois homicídios. Em fevereiro foi preso por porte de uma pistola 9mm, mas foi posto em liberdade com tornozeleira eletrônica, o que não o impediu que continuasse praticando crimes, como o assalto em Mandaguaçu que resultou na morte do empresário e DJ maringaense.

Cai o terceiro

Na tarde desta quinta-feira a polícia prendeu mais um elemento envolvido no crime, que era para ser um assalto a mão armada e terminou como latrocínio.

Alisson Douglas dos Santos Marangoni, o Boi, de 18 anos, foi preso quando estava em um ônibus que trafegava de São Paulo para Maringá. O veículo foi parado pela Polícia Rodoviária Estadual de São Paulo e a prisão efetuada atendendo a mandado expedido pela Justiça de Maringá.

Atuação em conjunto dá resultados

O delegado Valdir Sampaio, que coordenou as investigações desde o dia do crime, elogiou a participação das outras polícias no trabalho para prender os marginais.

Segundo ele, houve grande minúcia na perícia e nas primeiras investigações, feitas pelas polícias Civil e Militar de Mandaguaçu. Com base nas imagens de câmeras de segurança e testemunhos, os marginais foram identificados e o delegado pediu mandados de prisão, que foram concedidos pela Justiça.

Agora falta a prisão de um quarto suspeito e de outro que ficou no carro no dia do assalto que terminou com a morte de Allan Tiago.

A mulher presa com Adrian e Carlos Henrique em Ourinhos é suspeita de tráfego de drogas.

Segundo ele, houve grande minúcia na perícia e nas primeiras investigações, feitas pelas polícias Civil e Militar de Mandaguaçu. Com base nas imagens de câmeras de segurança e testemunhos, os marginais foram identificados e o delegado pediu mandados de prisão, que foram concedidos pela Justiça.

Agora falta a prisão de um quarto suspeito e de outro que ficou no carro no dia do assalto que terminou com a morte de Allan Tiago.

A mulher presa com Adrian e Carlos Henrique em Ourinhos é suspeita de tráfego de drogas.

Os bandidos agiam com muita truculência e em determinado momento Allan Tiago olhou para um deles e o rapaz se aproximou e deu-lhe um tiro na cabeça. O DJ morreu na hora.

Mesmo com o homicídio, os marginais agiram com tranqüilidade, apanharam dinheiro das vítimas, alguns objetos e cinco telefones celulares antes de saírem.

O empresário Allan Tiago era conhecido também pelo trabalho como DJ Shakis

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