sábado, 13 de abril de 2024

Pedrinho é condenado a 4 anos de prisão domiciliar pela morte de Maceió

Segundo a tese apresentada, a facada fatal que vitimou Maceió foi desferida durante uma luta corporal, após uma “violenta emoção” provocada pela vítima.

 

Da redação

 

O julgamento de Pedro Henrique Andriati, 28 anos, conhecido como Pedrinho, no Fórum de Ourinhos, terminou com uma condenação de prisão em regime diverso ao da privação de liberdade – o réu de 28 anos, foi condenado a quatro anos em regime aberto, com a possibilidade de cumprir a sentença em prisão domiciliar. Renan Augusto Pereira Christoni, apelidado de Maceió, foi morto com um golpe de faca em julho de 2021.

 

Imagem: Laperuta Junior/Passando a Régua

 

O Conselho de Sentença, formado por sete membros da comunidade local selecionados por sorteio, acolheu a argumentação dos advogados de defesa, reconhecendo que o homicídio foi cometido em circunstâncias que a legislação considera como “motivo relevante”. Segundo a tese apresentada, a facada fatal que vitimou Maceió foi desferida durante uma luta corporal, após uma “violenta emoção” provocada pela vítima.

Com a tese de homicídio privilegiado apresentado pela equipe de defesa, coordenada pela Drª Daniela Aparecida Palosqui de Barros Burati, Pedrinho foi condenado a quatro anos de prisão em regime aberto com a possibilidade de cumprir a pena na modalidade de prisão domiciliar, desde que cumpra as exigências legais.

O trágico evento que culminou na morte de Maceió aconteceu na noite de sábado, 3 de julho de 2021, próximo a uma distribuidora de bebidas, conhecida como “adega”, no Jardim Itamaraty. A discussão teria começado quando Renan agrediu a então companheira de Pedrinho, que reagiu em defesa da mulher. Posteriormente, o réu foi à sua residência, pegou uma faca, entrou em um veículo e buscou Renan pelas ruas do bairro, culminando em um violento confronto que evoluiu na trágica morte da vítima.

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